Mesmo que não os vejamos, os parques como este escondem perigos igualmente grandes.

A ameaça da leishmaniose está a crescer e queremos explicar os riscos e como pode ajudar a proteger o seu cão.

A leishmaniose é uma ameaça real e a prevenção é fundamental.

Proteja o seu cão contra a leishmaniose!

Flebótomo
Alguns factos importantes sobre a leishmaniose
Flebótomo

Devido às alterações climáticas, há cada vez mais flebótomos nas nossas cidades, o inseto que transmite o parasita Leishmania.
Flebótomo infectado

Um cão pode ser picado até 100 vezes por dia. Basta que um flebótomo seja portador para que se infete com leishmaniose.
Mapa Portugal

A leishmaniose é endémica em Portugal. É uma zoonose, o que significa que pode afetar tanto os animais como as pessoas.
Perros y humanos

Em Portugal, estima-se que 1 em cada 10 cães está infetado.1 Entre 2010 e 2020 foram identificados 221 casos de leishmaniose visceral em pessoas em Portugal.2

Curiosidades sobre os flebótomos

Acabou de encontrar um flebótomo, um inseto muito pequeno que é portador o parasita Leishmania, que causa a a doença leishmaniose, popularmente conhecida como “doença do mosquito”. A presença dos flébotomos tem aumentado nos últimos anos, aumentando o risco de leishmaniose, uma doença que pode ser fatal para o seu cão e que também pode afetar as pessoas.

Curiosidades sobre los flebótomos

Como prevenir a leishmaniose canina?

A prevenção é fundamental para reduzir o número de casos de leishmaniose em cães e evitar o risco para as pessoas.
Vacunar anualmente frente la leishmaniosis

Vacinar anualmente contra a leishmaniose


 

Añadir antiparasitarios externos con acción repelente

Aplicar antiparasitários externos com ação repelente 
Evitar paseos durante el amanecer y el ocaso

Evitar passear ao amanhecer e ao anoitecer
Aplicar medidas medioambientales contra insectos

Aplicar medidas ambientais contra os insetos

Preguntas frecuentes

El cambio climático les ha permitido adaptarse a la ciudad. Los parques ofrecen humedad, sombra y materia orgánica (hojas secas), creando el microclima perfecto para que críen.

Huyen del sol directo y el viento. Se esconden en zonas con muchos árboles, troncos huecos, acumulaciones de hojas secas, muros de piedra y cerca de fuentes o zonas húmedas.

El mayor riesgo es desde el atardecer, durante toda la noche y hasta el amanecer. Para evitar picaduras, es mejor dar los paseos largos durante las horas de luz diurna.

Es casi imposible saberlo al momento. El flebótomo es diminuto (2-3 milímetros), no zumba y su picadura pasa desapercibida. Por eso, la única solución es usar repelentes continuos y vacunación preventiva.