¿Qué es la leishmaniosis? Conceptos básicos

O que é a leishmaniose? E como deve proteger o seu cão?

O que é a leishmaniose? E como deve proteger o seu cão?
23/06/2025

Leishmaniose Canina: uma doença silenciosa, mas fácil de prevenir 

A leishmaniose canina é uma doença grave e progressiva, causada pelo parasita Leishmania, transmitida através da picada do flebótomo — um pequeno inseto voador, muitas vezes confundido com o mosquito. A infeção pode afetar vários órgãos e sistemas do corpo do cão, incluindo a pele, os rins, o fígado e o sistema imunitário. 

Os sinais clínicos da leishmaniose variam, mas os mais frequentes incluem: 

  • Perda de peso progressiva;
  • Feridas na pele que não cicatrizam;
  • Crescimento exagerado das unhas;
  • Apatia e diminuição da vitalidade. 

Sem diagnóstico e tratamento atempados, a doença pode evoluir de forma severa e levar à morte. Por isso, a atenção precoce aos sinais clínicos é fundamental. 

Como é a situação em Portugal?  

Em Portugal, a leishmaniose tem uma prevalência significativa, especialmente nos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Faro, Setúbal, Coimbra, Guarda e Bragança. Apesar de ser mais comum nas regiões do interior, os casos têm aumentado também nas zonas costeiras, reflexo de mudanças ambientais e do aumento da mobilidade dos animais. 

A atividade do flebótomo é mais intensa entre os meses de abril e setembro. No entanto, devido às alterações climáticas, este período tem-se vindo a alargar, exigindo cuidados prolongados ao longo do ano. 

Como é feito o diagnóstico?  

Se notar feridas persistentes na pele do seu cão, emagrecimento ou outros sinais, é importante procurar assistência veterinária o mais rapidamente possível. O diagnóstico é feito através de testes específicos, que permitem detetar a presença do parasita. O tratamento adequado, mesmo não sendo curativo, é essencial para controlar a doença e melhorar significativamente a qualidade de vida do animal. 

Como pode proteger o seu cão? Prevenção: A Chave Para a Proteção! 

A leishmaniose pode ser prevenida com medidas simples, mas eficazes. A prevenção é sempre o melhor caminho: 

  • Antiparasitários externos com ação repelente: Coleiras e pipetas antiparasitárias com ação repelente são fundamentais. As coleiras oferecem proteção prolongada, criando uma barreira física e química ao redor do cão. As pipetas, embora eficazes, requerem aplicação mensal.
  • Vacinação: A vacina, através de uma consulta veterinária, estimula o sistema imunitário, reduzindo o risco de desenvolver a doença e o aparecimento de sinais clínicos e é uma importante aliada na luta contra a doença.
  • Evite horários de maior risco: Reduza os passeios entre o entardecer e o amanhecer, períodos em que os flebótomos estão mais ativos.
  • Ambiente limpo: Mantenha o local onde o seu cão vive limpo e livre de matéria orgânica em decomposição, pois isso ajuda a afastar os flebótomos.
  • Consultas regulares ao médico veterinário. 

Acompanhamento Médico Veterinário é fulcral!  

Manter um acompanhamento regular com o médico veterinário é fundamental. O profissional poderá orientar sobre o plano de prevenção mais indicado para o seu animal, atualizar vacinas e garantir que os antiparasitários estão a ser utilizados corretamente. 

Cuidar hoje é garantir a saúde do seu animal amanhã. 

Com informação, prevenção e acompanhamento veterinário, é possível proteger o seu cão da leishmaniose e proporcionar-lhe uma vida longa e saudável.

Ana Sofia Carvalho | @anasofia_vet 

Médica Veterinária

Preguntas frecuentes

Es una enfermedad crónica sin cura parasitaria definitiva. Sin embargo, con detección temprana y tratamiento veterinario, el perro puede tener una excelente calidad de vida y vivir sin síntomas durante años.

No. No se transmite por lametones, contacto físico ni mordeduras. El único modo de contagio, tanto para perros como humanos, es a través de la picadura de un flebótomo previamente infectado.

El periodo de incubación es muy variable: desde semanas hasta años. Un perro puede estar infectado sin mostrar síntomas evidentes, de ahí la importancia de los chequeos preventivos anuales.

El collar es una barrera externa que intenta evitar la picadura. La vacuna es una barrera interna: si el repelente falla, prepara sus defensas para combatir al parásito y reducir el riesgo de enfermar.

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